Poema que a Brenda Jaci, grande amiga, fez para mim!
OLHOS PEQUENOS DE PAIXÃO
SORRISO ÁSPERO DE MISSÃO
SEIOS GRANDILOQUENTES
PELOS QUASE AUSENTES
TENHO-A EM PORÇÕES
COMO-A POR VERSOS
DEIXO-A ESCORRER
ELA, SEREIA DESPERTA
EU, MARUJO MAREADO, MAREJADO
ELA, DOÇURA DA COR DE AÇUCENA
EU, PAU VERMELHO DESCASCADO"
Lindo, mesmo!!!! Emocionada!!! Como pude deixar isso ficar no tempo....
Aline Vargas é atriz, performer, artista visual, compositora, educadora, intérprete e poeta. Aqui estão reunidas pequenas impressões dos dias... Movimentos gerados por dores e amores. Composições musicais e desenhos inspirados em trabalhos performáticos.
Translate
quarta-feira, 30 de julho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
E quem é?
E quem é? (Samba- Aline Vargas)
Quem é de samba
quando sofre não chora
pois sabe que o sofrimento
é ingrediente do samba.
Se ele não aguenta,
e a lágrima escorre.
Molha a folha do papel:
tá batizado o samba.
Não é de brincadeira
que o sambista faz samba
ele já fez foi sofrer.
Passou noites e dias
sem a pessoa amada.
Por mais que diga sim
ele não fez esquecer.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
É hora de pensar que já foi feliz quando tinha você.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
Quem é de samba
quando sofre não chora
pois sabe que o sofrimento
é ingrediente do samba.
Se ele não aguenta,
e a lágrima escorre.
Molha a folha do papel:
tá batizado o samba.
Não é de brincadeira
que o sambista faz samba
ele já fez foi sofrer.
Passou noites e dias
sem a pessoa amada.
Por mais que diga sim
ele não fez esquecer.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
É hora de pensar que já foi feliz quando tinha você.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
É hora de lembrar que já foi feliz quando amava você.
E quem é?
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Que meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Que meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Um barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Um barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Oh, sim!
Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!
Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!
Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!
Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!
Um barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!"
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!"
segunda-feira, 5 de maio de 2014
"5. Saber que não escrevemos para o outro, saber que essas coisas que vou escrever jamais me farão amado de quem amo, saber que a escrita não compensa nada, não sublima nada, que ela está precisamente ali onde não você não está - é o começo da escrita." (p.161-Roland Barthes- Fragmentos de um discurso amoroso)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Te reconheço nos espaços
Me perco nos orgasmos
Escondo-me em seus beijos
E me acho.
Estou perdendo o vício de não me querer
Aprendendo a viver...
A ter e desapegar.
Aprendendo a esperar
Conter e Gritar!
Ambos na mesma sintonia.
Em um borbulhar constante.
Variação.
A vida que varia.
E quem diria
Mais essa lição.
21-03-14
Me perco nos orgasmos
Escondo-me em seus beijos
E me acho.
Estou perdendo o vício de não me querer
Aprendendo a viver...
A ter e desapegar.
Aprendendo a esperar
Conter e Gritar!
Ambos na mesma sintonia.
Em um borbulhar constante.
Variação.
A vida que varia.
E quem diria
Mais essa lição.
21-03-14
Quando eu morrer deve haver algo além,
algo mais,
algo que permaneça em mim.
Que transborde a existência e
transforme memória em presença.
Estou escrevendo para encontrar minha essência.
Uma escrita com começo, sem fim.
Pois quando eu morrer
minhas palavras continuarão em mim.
Marcadas nas lembranças do meu corpo,
como cicatrizes que contam, sem palavras,
histórias de dor.
Viver dói...
Eu prefiro assim.
(escrito na aula de Estudo do Espaço- Professor Alexandre da Costa- EAV Parque Lage-2012)
algo mais,
algo que permaneça em mim.
Que transborde a existência e
transforme memória em presença.
Estou escrevendo para encontrar minha essência.
Uma escrita com começo, sem fim.
Pois quando eu morrer
minhas palavras continuarão em mim.
Marcadas nas lembranças do meu corpo,
como cicatrizes que contam, sem palavras,
histórias de dor.
Viver dói...
Eu prefiro assim.
(escrito na aula de Estudo do Espaço- Professor Alexandre da Costa- EAV Parque Lage-2012)
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Um dia - Samba
Um dia (Aline Vargas)
Das belezas do dia recolho as maçãs...
Meu amor!
Pra você ofereço as minhas canções...
Meu amor!
Ao nascer cada dia recordo as manhãs...
Meu amor!
A você eu suplico o perdão com as maçãs.
Eu lhe ofereço toda a alegria
Que talvez, algum dia, você comigo sonhou.
Abro contigo uma parceria
Com contrato fechado no cartório do amor.
E além disso, tem a minha criança
Que carrego comigo e que não vai crescer.
Pois nela mora toda a esperança
De, talvez, algum dia...
Eu casar com você!
Das belezas do dia recolho as maçãs...
Meu amor!
Pra você ofereço as minhas canções...
Meu amor!
Ao nascer cada dia recordo as manhãs...
Meu amor!
A você eu suplico o perdão com as maçãs.
Eu lhe ofereço toda a alegria
Que talvez, algum dia, você comigo sonhou.
Abro contigo uma parceria
Com contrato fechado no cartório do amor.
E além disso, tem a minha criança
Que carrego comigo e que não vai crescer.
Pois nela mora toda a esperança
De, talvez, algum dia...
Eu casar com você!
Assinar:
Postagens (Atom)

