Aline Vargas é atriz, performer, artista visual, compositora, educadora, intérprete e poeta. Aqui estão reunidas pequenas impressões dos dias... Movimentos gerados por dores e amores. Composições musicais e desenhos inspirados em trabalhos performáticos.
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quinta-feira, 19 de março de 2015
Escravos do amor
Sabe nem sei te dizer
Quando vejo você...
O que acontece em mim...
A história que ainda será nossa vem na minha cabeça.
Enquanto te vejo se aproximar
Aumenta a certeza de que estará
Comigo durante toda a vida
Feliz por poder me amar.
Eu sempre falei, mas você duvidava.
Que seria só minha, você não acreditava.
Não era competição meu amor, mas que bom que ganhei.
Nessa disputa não tem perdedor.
Os dois saem juntos: escravos do amor.
Eu com a mulher que eu sonhei.
Você com o homem que sou.
E nós nos amamos em qualquer lugar.
Nem precisa de bolo, vestido e altar.
Tô pra ver dádiva melhor do que o nosso amor.
Meu maior presente foi te encontrar.
Depois, um pelo outro se apaixonar.
Você sendo o homem que é.
Eu a mulher que sou.
Eu sempre falei, mas você duvidava.
Que seria só minha, você não acreditava.
Não era competição meu amor, mas que bom que ganhei.
Nessa disputa não tem perdedor.
Os dois saem juntos: escravos do amor.
Eu com a mulher que eu sonhei.
Você com o homem que sou.
Sabe nem sei te dizer
Quando vejo você...
O que acontece em mim...
A história que ainda será nossa vem na minha cabeça.
Enquanto te vejo se aproximar
Aumenta a certeza de que estará
Comigo durante toda a vida
Feliz por poder me amar.
Eu sempre falei, mas você duvidava.
Que seria só minha, você não acreditava.
Não era competição meu amor, mas que bom que ganhei.
Nessa disputa não tem perdedor.
Os dois saem juntos: escravos do amor.
Eu com a mulher que eu sonhei.
Você com o homem que sou.
E nós nos amamos em qualquer lugar.
Nem precisa de bolo, vestido e altar.
Tô pra ver dádiva melhor do que o nosso amor.
Meu maior presente foi te encontrar.
Depois, um pelo outro se apaixonar.
Você sendo o homem que é.
Eu a mulher que sou.
Eu sempre falei, mas você duvidava.
Que seria só minha, você não acreditava.
Não era competição meu amor, mas que bom que ganhei.
Nessa disputa não tem perdedor.
Os dois saem juntos: escravos do amor.
Eu com a mulher que eu sonhei.
Você com o homem que sou.
Você sendo o homem que é.
Eu, a mulher que sou.
Eu com a mulher que eu sonhei.
Eu com a mulher que eu sonhei.
Você com o homem que sou.
06-03-15
Rock Café Peça Cigarro
Entre café e cigarros
Outra noite, ao acaso,
Pensei em você.
Soltando um pigarro da garganta
Minha amiga se levanta
Dizendo pra eu te esquecer.
Eu preciso tomar um café
Pra tornar o café
O culpado da minha insônia.
E esquecer que em cada gole ou trago...
Sinto o seu gemido...
Sinto o seu suspiro...
Sua voz rouca no ouvido...
Querendo me enlouquecer.
12-03-2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Faísca e Labareda
(Aline Vargas e Daniel Nogueira)-Ao fundo uma batida de coração.
Você é o que eu tanto esperava.
O tempero que faltava
Em minha composição.
Você é o amor acolhedor
O aconchego que mudou
A minha inspiração
De tanto que eu pedi
Você chegou
Se demorou
Mas tomou posse
Do meu coração.
Agora eu não canto
mais a dor.
Eu só sei cantar amor.
Pra ti: esta canção.
Faísca do cabelo cacheado
Do olhar amendoado
Como "tú" me faz feliz!
Me sinto uma criança do seu lado
Com meu corpo arrepiado.
Somos, juntos, aprendiz.
Faísca vem me acender os desejos.
Me cobrir com os seus beijos.
Me encher de tesão.
Se estamos em nosso canto
Que beleza!
A Faísca e a Labareda.
Não há nada tão bom!
Não há nada tão bom!!
Não há nada tão bom!!!
(Aline Vargas e Daniel Nogueira)-Ao fundo uma batida de coração.
Você é o que eu tanto esperava.
O tempero que faltava
Em minha composição.
Você é o amor acolhedor
O aconchego que mudou
A minha inspiração
De tanto que eu pedi
Você chegou
Se demorou
Mas tomou posse
Do meu coração.
Agora eu não canto
mais a dor.
Eu só sei cantar amor.
Pra ti: esta canção.
Faísca do cabelo cacheado
Do olhar amendoado
Como "tú" me faz feliz!
Me sinto uma criança do seu lado
Com meu corpo arrepiado.
Somos, juntos, aprendiz.
Faísca vem me acender os desejos.
Me cobrir com os seus beijos.
Me encher de tesão.
Se estamos em nosso canto
Que beleza!
A Faísca e a Labareda.
Não há nada tão bom!
Não há nada tão bom!!
Não há nada tão bom!!!
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Poema que a Brenda Jaci, grande amiga, fez para mim!
OLHOS PEQUENOS DE PAIXÃO SORRISO ÁSPERO DE MISSÃO SEIOS GRANDILOQUENTES PELOS QUASE AUSENTES TENHO-A EM PORÇÕES COMO-A POR VERSOS DEIXO-A ESCORRER ELA, SEREIA DESPERTA EU, MARUJO MAREADO, MAREJADO ELA, DOÇURA DA COR DE AÇUCENA EU, PAU VERMELHO DESCASCADO"
Lindo, mesmo!!!! Emocionada!!! Como pude deixar isso ficar no tempo....
OLHOS PEQUENOS DE PAIXÃO SORRISO ÁSPERO DE MISSÃO SEIOS GRANDILOQUENTES PELOS QUASE AUSENTES TENHO-A EM PORÇÕES COMO-A POR VERSOS DEIXO-A ESCORRER ELA, SEREIA DESPERTA EU, MARUJO MAREADO, MAREJADO ELA, DOÇURA DA COR DE AÇUCENA EU, PAU VERMELHO DESCASCADO"
Lindo, mesmo!!!! Emocionada!!! Como pude deixar isso ficar no tempo....
terça-feira, 17 de junho de 2014
E quem é?
E quem é? (Samba- Aline Vargas)
Quem é de samba
quando sofre não chora
pois sabe que o sofrimento
é ingrediente do samba.
Se ele não aguenta,
e a lágrima escorre.
Molha a folha do papel:
tá batizado o samba.
Não é de brincadeira
que o sambista faz samba
ele já fez foi sofrer.
Passou noites e dias
sem a pessoa amada.
Por mais que diga sim
ele não fez esquecer.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
É hora de pensar que já foi feliz quando tinha você.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
Quem é de samba
quando sofre não chora
pois sabe que o sofrimento
é ingrediente do samba.
Se ele não aguenta,
e a lágrima escorre.
Molha a folha do papel:
tá batizado o samba.
Não é de brincadeira
que o sambista faz samba
ele já fez foi sofrer.
Passou noites e dias
sem a pessoa amada.
Por mais que diga sim
ele não fez esquecer.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
É hora de pensar que já foi feliz quando tinha você.
E no final do dia
quando volta pra casa...
O corpo esfria
e a lembrança faz brasa.
É hora de lembrar que já foi feliz quando amava você.
E quem é?
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Que meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Que meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Um barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo do juízo final
Um barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
Oh, sim!
Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!
Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!
Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!
Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!
Um barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!"
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Um bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!"
segunda-feira, 5 de maio de 2014
"5. Saber que não escrevemos para o outro, saber que essas coisas que vou escrever jamais me farão amado de quem amo, saber que a escrita não compensa nada, não sublima nada, que ela está precisamente ali onde não você não está - é o começo da escrita." (p.161-Roland Barthes- Fragmentos de um discurso amoroso)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Te reconheço nos espaços
Me perco nos orgasmos
Escondo-me em seus beijos
E me acho.
Estou perdendo o vício de não me querer
Aprendendo a viver...
A ter e desapegar.
Aprendendo a esperar
Conter e Gritar!
Ambos na mesma sintonia.
Em um borbulhar constante.
Variação.
A vida que varia.
E quem diria
Mais essa lição.
21-03-14
Me perco nos orgasmos
Escondo-me em seus beijos
E me acho.
Estou perdendo o vício de não me querer
Aprendendo a viver...
A ter e desapegar.
Aprendendo a esperar
Conter e Gritar!
Ambos na mesma sintonia.
Em um borbulhar constante.
Variação.
A vida que varia.
E quem diria
Mais essa lição.
21-03-14
Quando eu morrer deve haver algo além,
algo mais,
algo que permaneça em mim.
Que transborde a existência e
transforme memória em presença.
Estou escrevendo para encontrar minha essência.
Uma escrita com começo, sem fim.
Pois quando eu morrer
minhas palavras continuarão em mim.
Marcadas nas lembranças do meu corpo,
como cicatrizes que contam, sem palavras,
histórias de dor.
Viver dói...
Eu prefiro assim.
(escrito na aula de Estudo do Espaço- Professor Alexandre da Costa- EAV Parque Lage-2012)
algo mais,
algo que permaneça em mim.
Que transborde a existência e
transforme memória em presença.
Estou escrevendo para encontrar minha essência.
Uma escrita com começo, sem fim.
Pois quando eu morrer
minhas palavras continuarão em mim.
Marcadas nas lembranças do meu corpo,
como cicatrizes que contam, sem palavras,
histórias de dor.
Viver dói...
Eu prefiro assim.
(escrito na aula de Estudo do Espaço- Professor Alexandre da Costa- EAV Parque Lage-2012)
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Um dia - Samba
Um dia (Aline Vargas)
Das belezas do dia recolho as maçãs...
Meu amor!
Pra você ofereço as minhas canções...
Meu amor!
Ao nascer cada dia recordo as manhãs...
Meu amor!
A você eu suplico o perdão com as maçãs.
Eu lhe ofereço toda a alegria
Que talvez, algum dia, você comigo sonhou.
Abro contigo uma parceria
Com contrato fechado no cartório do amor.
E além disso, tem a minha criança
Que carrego comigo e que não vai crescer.
Pois nela mora toda a esperança
De, talvez, algum dia...
Eu casar com você!
Das belezas do dia recolho as maçãs...
Meu amor!
Pra você ofereço as minhas canções...
Meu amor!
Ao nascer cada dia recordo as manhãs...
Meu amor!
A você eu suplico o perdão com as maçãs.
Eu lhe ofereço toda a alegria
Que talvez, algum dia, você comigo sonhou.
Abro contigo uma parceria
Com contrato fechado no cartório do amor.
E além disso, tem a minha criança
Que carrego comigo e que não vai crescer.
Pois nela mora toda a esperança
De, talvez, algum dia...
Eu casar com você!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Aguenta ( título provisório- Aline Vargas e Rafael Lorga)
Aguenta firme
Aguenta filha
Vai, aguenta!
Que essa dor não é dor vazia.
Essa dor é de tormenta.
Aguenta firme
Aguenta Aline
Vai, aguenta!
Você não está sozinha.
Seus amigos te sustentam.
Eu que pensei
Que aquilo era amor.
Me joguei, bati de quina
O danado me deixou.
Eu que pensei
Que aquilo era amor.
Me entreguei, bati de quina
E o safado me deixou.
Ahhhhh AGUENTA!
Aguenta firme
Aguenta filha
Vai, aguenta!
Que essa dor não é dor vazia.
Essa dor é de tormenta.
Aguenta firme
Aguenta Aline
Vai, aguenta!
Você não está sozinha.
Seus amigos te sustentam.
A moda agora
É desfilar por ai
Com as meninas da minha agenda
Só para judiar de mim.
AGUENTA!
Aguenta firme
Aguenta filha
Vai, aguenta!
Que essa dor não é dor vazia.
Essa dor é de tormenta.
Aguenta firme
Aguenta Aline
Vai, aguenta!
Você não está sozinha.
Seus amigos te sustentam.
O amanhã...
Ninguém vai saber.
Deixo a porta aberta.
Faço reza forte.
Pra te receber.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Lamento
Insisto em amar sozinha
Como o galo que sozinho canta para nascer as manhãs.
Perco preciosos momentos da vida...
Projetando encontros...
Criando fantasias...
Alimentando sonhos...
...sonhos onde você me quer.
...sonhos onde você me deseja sua e eu me entrego a você.
Sem medos.
Nenhum medo de amar.
Passaram dias, semanas, meses.
Só o amor não passou.
Eu me pergunto porque o amor não "vasa"?
Porque ele não some como merda depois da descarga?
Porque nenhum cientista conseguiu inventar a cura para o amor?
Que é sozinho?
Para o amor que é platônico?... Incompleto?
Para o amor que dói?
Por favor, um remedinho lícito para salvar meu coração!
Muito diferente do amor que sinto
Os dias passam...
E com eles me vejo cada vez mais mergulhada no abismo que se criou em mim.
Sua ausência cava buracos cada vez mais profundos em meus desejos.
E eu: ora mulher forte, ora fraca...
Tento equilibrar meus sentimentos e me manter em trabalho.
De tudo, só tenho uma certeza:
MEU CORAÇÃO ESTÁ FECHADO PARA BALANÇO.
Insisto em amar sozinha
Como o galo que sozinho canta para nascer as manhãs.
Perco preciosos momentos da vida...
Projetando encontros...
Criando fantasias...
Alimentando sonhos...
...sonhos onde você me quer.
...sonhos onde você me deseja sua e eu me entrego a você.
Sem medos.
Nenhum medo de amar.
Passaram dias, semanas, meses.
Só o amor não passou.
Eu me pergunto porque o amor não "vasa"?
Porque ele não some como merda depois da descarga?
Porque nenhum cientista conseguiu inventar a cura para o amor?
Que é sozinho?
Para o amor que é platônico?... Incompleto?
Para o amor que dói?
Por favor, um remedinho lícito para salvar meu coração!
Muito diferente do amor que sinto
Os dias passam...
E com eles me vejo cada vez mais mergulhada no abismo que se criou em mim.
Sua ausência cava buracos cada vez mais profundos em meus desejos.
E eu: ora mulher forte, ora fraca...
Tento equilibrar meus sentimentos e me manter em trabalho.
De tudo, só tenho uma certeza:
MEU CORAÇÃO ESTÁ FECHADO PARA BALANÇO.
O que fazer de mim
Ainda que tudo fosse só lembrança...
Da minha menina, escondida criança.
Eu refaria tudo por você.
Meus erros e acertos por você.
Ainda que fosse o único pedido...
Do gênio da lâmpada...
Ou de um anjo amigo...
Eu refaria tudo por você....
Daria a minha vida por você.
Sim. Você plantou algo dentro de mim...
A minha alma se modificou.
Pensando que era sonho, eu nem vi.
Você plantou em mim, o amor.
E agora, existe uma flor aqui.
Sedenta, esperando por você.
Qual jardineiro viajante:
Você já partiu.
Você me deixou.
Me despetalou e foi para outro jardim...
O que fazer de mim?
O que fazer do amor?
Ainda que tudo fosse só lembrança...
Da minha menina, escondida criança.
Eu refaria tudo por você.
Meus erros e acertos por você.
Ainda que fosse o único pedido...
Do gênio da lâmpada...
Ou de um anjo amigo...
Eu refaria tudo por você....
Daria a minha vida por você.
Sim. Você plantou algo dentro de mim...
A minha alma se modificou.
Pensando que era sonho, eu nem vi.
Você plantou em mim, o amor.
E agora, existe uma flor aqui.
Sedenta, esperando por você.
Qual jardineiro viajante:
Você já partiu.
Você me deixou.
Me despetalou e foi para outro jardim...
O que fazer de mim?
O que fazer do amor?
(canção para o tic tim)
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